quarta-feira, 24 de abril de 2013

Para hoje, é isto #9

O branco total é uma das grandes tendências desta primavera/verão. E eu já aderi! Nunca fui muito fã de calças brancas, mas este ano não resisti e comprei umas muito semelhantes às que aqui deixo. De resto, bastam umas t-shirts, lisas ou estampadas, all star ou umas sandálias, também elas brancas. Quanto às sandálias, tenho visto modelos bastantes atractivos à vista, mas ainda estou em dúvidas... Será? (Eu acho que sim...)

White



T shirt / Leopard print top, $12 / BOY London short sleeve shirt, $53 / Replay bootcut jeans, $130 / Cut out wedge, $84 / Lily shoes, $135

Os Jogos da Fome: Em Chamas trailer

O primeiro filme da trilogia dos Jogos da Fome não me deixou de boca aberta, nem de queixo caído, nem completamente satisfeita. Esperava mais. Falta-lhe um pouco mais de profundidade. Mas, talvez, tenha sido apenas o desgosto de quem leu os três livros em cinco dias, devorando-os com alguma ansiedade e entusiasmado. Acho que falta no filme a introdução das motivações de Katniss. Para quem não leu a trilogia, imensa coisa fica de fora. 

Gostei do trailer que apresentaram agora para este segundo filme. Parece ter imensa acção, drama e os cenários continuam uma mistura de Era Medieval com Futurismo. Ver a Jennifer Lawrence também é sempre um prazer. Vamos lá ver...

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Lena Dunham; Leninha, dás-lhe tanto!

Acabei recentemente de ver a segunda temporada de Girls. Que posso dizer? Continua bom, muito bom! 
O enredo prolonga-se com os mesmos dramas: os namoros, o amor, a relação com os pais, a luta pelo emprego ideal, a procura do eu, ou seja, todos aqueles graaandes dramas da vida de um 'pré-adulto'. E, como seria de se esperar, a Lena Dunham continua a expo-los de uma forma pateta, mas ao mesmo tempo séria - ou deveria dizer: de uma forma séria com as patetices pelo meio? É mais ou menos assim. Acredito que seja, até, uma imagem de marca da produtora. Não vi mais nada realizado e escrito por si, mas, de certa forma, faz-me lembrar o estilo da Sofia Coppola: sério, mas leve; bonito, mas com drama. 
Já o guarda-roupa - não consigo passar sem falar sobre esta maravilhosa parte da série - continua a ser dos melhores desde o Sexo e a Cidade. E sim, estou a pensar em Gossip Girl, ou no 90210, também. Sim, todos eles têm guarda-roupas excelentes, a diferença é que tanto em Girls como no Sexo e a Cidade o guarda-roupa dá um passo mais além. Isto pois torna-se muito mais pessoal, muito mais 'louco' e sobretudo, muito mais natural - digam lá se no Gossip Girl e no 90210 não é tudo deslumbrante por ser premeditado? Por ser muito bem pensado? Pois bem, este é ainda mais bem pensado, pois é tão pensado que acaba por ser super natural. É aquela premissa de estilo 'peguei na primeira coisa que me apareceu à frente', quando na verdade se demorou meia-hora (ou mais) a acertar tudo. 


quinta-feira, 11 de abril de 2013

Thank You For Smoking

Não atentem no título literalmente. Fumar não é bom, e duvido que alguma vez o passe a ser. Thank You For Smoking apenas pegou no exemplo do tabaco para explicar aspectos bastante comuns no mundo empresarial, na política e no marketing. Afinal, é tudo uma questão de oratória, ou melhor dizendo, de argumentação. Claro que, neste caso, estamos perante o exemplo das tabaqueiras americanas e, por isso, elas têm de agradecer o acto de se fumar. Mas isso tudo seria em vão, não fosse o poder de argumentação de Nick Naylor. 
E como podemos ver no poster ao lado, "Ele não esconde a verdade, apenas a filtra". E é assim que tudo funciona com ele, e com o trabalho que faz, ao 'proteger' as indústrias tabaqueiras, enquanto tenta educar o seu filho.
Nick, de facto, não esconde a verdade. Aliás, esta está à vista de todos. Mas enquanto conseguir provar que os outros estão errados, ele acaba por estar certo, e por isso - juntamente com os seus esforços para inovar e provocar o desejo pelos cigarros no público -, as indústrias vão sobrevivendo. Contudo, não se pense que este homem não é afectado pela consciência e pela moralidade, porque o é. 
Todas estas questões estão analisadas no filme: a sua personalidade, as suas dúvidas, as questões das tabaqueiras, os negócios e os esquemas. Aquilo que apenas tenho a salientar no argumento é que poderiam ter ido ainda um pouco mais longe nas questões do Marketing e Publicidade - um pouco em jeito de Mad Men.
A estrutura das cenas pareceu-me bastante semelhante ao American Beauty, tanto que inicialmente supus que o realizador fosse o mesmo, mas não é: o narrador ser a personagem principal, a banda sonora, o estilo marcadamente americano, tudo isso é muito similar - e para mim são pontos positivos. 
Recomenda-se. Amantes do cinema, mas sobretudo, pessoal da Comunicação, do Marketing e Publicidade,  não deixem de ver! 

sábado, 6 de abril de 2013

O Robb e o Jon ficam mil vezes mais lindos numa tela gigante...

A Danny fica mais feia. Mas o episódio continuou a não me satisfazer a cem por cento. Falta-lhe um «danoninho». Depois de ver o segundo, prometo que volto a dizer o que acho. 
De resto, deixo aqui um agradecimento à SyFy pela iniciativa. Por favor, façam-no mais vezes! Os fãs agradecem e o mundo das séries também.

Ps: O episódio passou em versão cinema. 

quinta-feira, 4 de abril de 2013

E quem é que ganhou um convite para ir ver o Jon Snow e o Robb Stark numa tela gigante?

Eu!! 
E sim, já vi o primeiro episódio da terceira temporada de Game of Thrones e confesso que não fiquei em êxtase. Achei um pouco fraquinho. Ou então a culpa foi da demora, do entusiasmo, a fasquia estava bastante elevada e no fim não me satisfez. Achei que se baseou numa introdução, mas um pouco pela rama. Faltou-lhe profundidade. Vamos ver se hoje no cinema o episódio me parecerá melhor. 

segunda-feira, 1 de abril de 2013

The Perks of Being a Wallflower

É um excelente filme para se ver quando não se quer perder tempo a ver filmes da treta, mas também não estamos com paciência para um filme demasiado sério. The Perks of Being a Wallflower tem esse equilíbrio certo entre o sério e a descontracção. Ou seja, consegue relatar-nos uma história séria, com assuntos e questões sérios, de uma forma 'leve'. Charlie é um daqueles miúdos introvertidos que tem dificuldades em se adaptar após ter passado por situações traumáticas. Patrick e Sam são dois meio-irmãos muito extrovertidos, e finalistas do secundário, que dão as boas-vindas a Charlie e o ajudam a ver o outro lado da vida. Um lado mais cool, mais divertido, cheio de amizade e companheirismo. Assim, Charlie vê-se perante estas novas experiências e uma luta interior pela verdade - digamos assim, não quero fazer spoilers. Um filme sobre o quão complicada (e diversa) pode ser a adolescência, sem rodeios, sem frases clichés e com muita inspiração - a começar com os The Smiths