quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Les Adieux à La Reine

Em português, Adeus, Minha Rainha, é um filme francês que, contrariando o habitual, não retrata apenas a vida de Marie Antoinette pela corte, os seus luxos e caprichos. Retrata, sim, apesar de conter a parte dos seus luxos e caprichos - que mais poderia ter se era esse o seu feitio e modo de vida? -, o lado de quem a servia. 
Sidonie Laborde é, então, a personagem principal desta película que retrata a paixão e a devoção que esta jovem possuía pela rainha e onde estes a levaram. 
O enredo pega, ainda, num pormenor que escapa em alguns relatos: a homossexualidade da rainha - ou apenas mais um dos seus caprichos? Não importa. 
A analogia mais interessante do filme é a relação entre os que viviam na corte de Versailles: o luxo tremendo dos reis, a pobreza de quem lia à rainha - Sidonie era sua leitora pessoal -, e os intermediários, que viviam segundo o estatuto, a importância, os títulos. Um monte de pessoas que vivia na corte apenas para bajular os reis e os puder observar diariamente.
Em suma, o início da Revolução Francesa pelo olhar de Marie Antoinette, os seus criados, os que viviam na corte e sobretudo, pelo olhar e pelas vivências de Sidonie Laborde. 

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