quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Dia Mundial da Rádio

Quando era mais nova passei por todas as profissões. Tive a fase de querer ajudar os outros, de ensinar, e depois, com o tempo, comecei a escolher profissões que se aproximavam cada vez mais da área que acabei por seguir; Comunicação. Sempre fui tímida e o jeito para me relacionar com os outros não é, nem era, o melhor, por isso, nunca me vi a apresentar um programa de entretenimento - mas ainda pensei na hipótese do telejornal. 
A Rádio parecia-me bem. Desde cedo me habituei a ouvir rádio, e gostava das vozes fortes dos senhores e das senhoras. Bastava-me falar. Ninguém me veria, apenas ouviria.  A curiosidade e o desejo foram grandes. Contudo, foi no Jornalismo, na escrita, que encontrei aquilo que gostaria de fazer para o resto da minha vida. Isto até passar pelo Cenjor, até ter Rádio e Multimédia, até reparar que, porventura, a Rádio talvez nem fosse uma má aposta. 
Ver aquilo que escrevemos publicado em qualquer lado, por mais simbólico que seja, enche-nos de orgulho. Ouvir a nossa voz, pelo contrário, é estranho. Questionamos-nos com frequência "Esta é a minha voz? Que estranho! Eu falo assim? Credo!!". A magia acontece quando, após todas estas questões, dizemos "É a minha voz... E eu acho que soa mesmo bem!" 


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