quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Anna Karenina

Um toque teatral dá um ar arrojado aos cenários e às filmagens de Anna Karenina. Todo o filme parece ter sido rodado num teatro. Onde as personagens contracenam, saltando de cenário para cenário, numa roda perfeita. Não se gosta  inicialmente. Estranha-se, mas depois entranha-se. 
A história de Anna, e o produto cinematográfico, são tristes, fortes, marcantes. A história de Anna lembra-nos que o amor tanto é a cura como a doença. Não li o livro, mas considero que o filme lhe faça jus (?). Sente-se a paixão ao mesmo tempo que se sente a tristeza de quem ama. 
A Keira Knightley, actriz pela qual nutro uma grande simpatia, continua soberba, levando o filme quase às costas, numa interpretação tão fogosa como doentia. 
O guarda-roupa é dos melhores que vi recentemente. Vestidos tirados da tela, penteados divinais, jóias do mais requintado que já se viu, peles que se tornaram tendência e rendas mimosas. Claramente uma das melhores características da película. 







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