quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Django Unchained

Li algures uma daquelas fantásticas críticas onde a criatura afirmava que o filme estava 'meh'. Segundo o mesmo, o Django não retratava o bom e velho estilo do Tarantino. Na altura fiquei com a pulga atrás da orelha. Agora afirmo: A SÉRIO? Não devemos ter visto o mesmo filme
Ora, vamos por partes... O Tarantino pegou num assunto sério, e realizou um filme sério, mas que ao mesmo tempo nos faz rir de cinco em cinco minutos. Faz-nos lembrar, sei lá, Pulp Fiction?! Inglourious Bastards?! Os actores escolhidos, as interpretações dos papéis, os diálogos, não estão ao estilo do Senhor? Depois, por exemplo, ouçamos a banda sonora. Não é Tarantino? E o design gráfico? As letras e o estilo do genérico e das fichas técnicas? E o banho de sangue? Bem, se este não é Tarantino, então não sei. 
Quanto às prestações individuais, Jamie Fox fez, provavelmente, o filme da sua vida! Conseguiu aliar o estilo rapper ao de western e criar algo de 'único'; Christoph Waltz volta a surpreender com um papel que lhe encaixa que nem uma luva; O DiCaprio está um actor crescido, maduro, e é com enorme prazer que digo sempre tive fé em ti, fazes de louco na perfeição; L.Jackson é como o vinho do porto, quanto mais velho, melhor e a Kerry Washington afasta-nos de toda a sua doçura com um papel e uma interpretaçãos dura e emocionante.
Convém admitir que não sou uma profissional... Mas verdade seja dita, tinha saudades de ver um filme assim. Um filme que me deixava cativada do inicio ao fim, a rir ao mesmo tempo que me chocava, que fazia algo de mau entranhar-se-me pelos ossos. (Não rebaixando Os Miseráveis, que me fez sentir algo de parecido, mas nem por isso, semelhante. Sim, arrepiou-me, muito, mas não se pode sequer comparar). 
Quentin, tinha mesmo imensas saudades tuas. E, é sempre um prazer. Volta depressa! Btw, e só para finalizar: o Django é o maior!! 




terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A solução para os meus problemas

Bem, não para todos os problemas - infelizmente -, mas para um que me assombra há algum: a falta de espaço para (mais) sapatos. 

tumblr.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Não consegui resistir

 E pronto, os meus ténis com 'salto' já cá cantam. Tive de me contentar com uns da Blanco, mas os meus preferidos são os da Nike, como os da Betty.
Quando surgiram resisti. Não lhes achei muito piada, afinal, os ténis são para ser confortáveis e rasos. Mas depois fui atacada por um monte de imagens de street style como estas e... uma pessoa não é de ferro, não é?! 

Le Blog de Betty
Carolines Mode

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

O que fazer a dezenas de revistas?

Confesso que as minhas prateleiras/armários/secretária começam a ficar um pouco atulhados com tanta revista e livro. Já tinha visto várias coisas giras que se podem fazer com as revistas, inclusivamente mesas de cabeceira, apenas com as revistas e um vidro ou acrílico no topo. Outra opção que me agradou bastante foi esta. Um banco, com uma base e uma almofada. Fica bonito, diferente e é utilizável - o que em casas pequenas facilita imenso as coisas. Uma ideia a reter!




quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Anna Karenina

Um toque teatral dá um ar arrojado aos cenários e às filmagens de Anna Karenina. Todo o filme parece ter sido rodado num teatro. Onde as personagens contracenam, saltando de cenário para cenário, numa roda perfeita. Não se gosta  inicialmente. Estranha-se, mas depois entranha-se. 
A história de Anna, e o produto cinematográfico, são tristes, fortes, marcantes. A história de Anna lembra-nos que o amor tanto é a cura como a doença. Não li o livro, mas considero que o filme lhe faça jus (?). Sente-se a paixão ao mesmo tempo que se sente a tristeza de quem ama. 
A Keira Knightley, actriz pela qual nutro uma grande simpatia, continua soberba, levando o filme quase às costas, numa interpretação tão fogosa como doentia. 
O guarda-roupa é dos melhores que vi recentemente. Vestidos tirados da tela, penteados divinais, jóias do mais requintado que já se viu, peles que se tornaram tendência e rendas mimosas. Claramente uma das melhores características da película. 







terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Para hoje, é isto #7

Uma série de coisas pela qual ando louca. Ando viciada em jeans de tons cinza ou pretos. Não consigo larga-los e quase que pus de parte os jeans de ganga regular. As camisas oversize... Não é novidade que frequento várias vezes ao ano os armários dos homens cá de casa na procura das camisas perfeitas a preço zero. De Inverno gosto de usa-las por cima de camisolas de lã. Para finalizar, as botas e os gorros. Ambos são, vincadamente, tendências desta estação. As botas querem-se com fivelas, fechos, tacões largos e um certo estilo punk, grunge. Para terminar os looks, nada como os gorros. Quentinhos, fofos, em lã ou malha mais fina, com cores vistosas ou mais discretos. Não importa. As cabeças querem-se cobertas, independentemente do estilo. Confesso que nunca os usei pois julgava que me ficavam mal. Tenho um cabelo demasiado rebelde. Este ano não vivo sem eles. 


domingo, 20 de janeiro de 2013

Os Miseráveis

Li num suplemento da Sábado uma crítica que dizia algo do género "Se quer que alguém que nunca apreciou musicais os odeie, mostre-lhe Os Miseráveis". Pois bem, senhor crítico da qual não me lembro o nome - e também não faço grande questão de saber -, eu não sou fã de musicais, não sou. Os actores a cantarolar e a rodopiar não fazem muito o meu género. O único musical que posso dizer que gostei foi o Sweeney Todd, com o Depp e a Helena Bonham Carter, e gostei, acima de tudo, pelas suas prestações e pelos cenários. 
Com Os Miseráveis passou-se o mesmo. Os cenários, os guarda-roupas, as prestações dos actores, tudo isso, logo à partida me fez gostar do filme. (E dizer que gostei é pouco). Depois, existe outro aspecto que em termos de género me agradou. 
O que eu não tinha paciência nos musicais era para o facto de, apesar de as musicas serem contextualizadas, serem apenas musicas. Eles cantavam, dançavam e era apenas isso. As músicas n'Os Miseráveis são os diálogos. E, se inicialmente, esta ideia me parecia estranha, visualmente foi muito agradável. São diálogos cantados. Não apenas falados. Sentimos muito mais a emoção. A lágrima fica-nos no canto do olho. 
Isto tudo pois os campos se unem: o campo visual e o sonoro. Existe uma perfeita ligação entre o lado visual, os cenários, as prestações e as músicas. Apesar de nem todos os actores terem vozes exemplares, isso passa para um segundo plano. O importante são as letras, as palavras que mal ou bem eles cantam. 
Os Miseráveis continuam a ser uma história de compaixão, mais do que de amor ou tristeza. Uma história do sofrimento daqueles que estavam destinos a serem, apenas, miseráveis. Mas até o destino pode ser mudado. 

Ps:  Vou cantar a banda sonora até me cansar. 




Depois do Adeus

Olá. Olá programa bom em horário nobre. Olá série bonita, histórica e com conteúdo. Olá guarda-roupa exemplar. Olá imagens de arquivo. E, acima de tudo, parabéns RTP por insistires neste género de programação. Parabéns aos autores e à produção. Já tinha saudades do Conta-me como foi, e esta nova série não me parece ficar atrás. 


Para quem não pode assistir, a ficha técnica encontra-se no site da RTP.
 «Depois do Adeus, o retrato fiel de uma época que foi tudo, menos ficção!»


sábado, 19 de janeiro de 2013

Guia Para um Final Feliz

Uma comédia romântica, com um pouco de drama, e dois jovens que se apaixonam enquanto tentam ajudar-se mutuamente. Até aqui, nada de novo ou, pelo menos, assim o achamos. O Guia Para um Final Feliz ganha com isto mesmo: pega em alguns clichés habituais e consegue dar-lhes uma nova roupagem. Isto aliado a uma base do enredo diferente e original: a loucura e as suas diversas formas, ou variantes. 
A cereja em cima do bolo passa pela prestação da fantástica Jennifer Lawrence - claramente uma das grandes promessas de Hollywood -, e o nosso tão conhecido Robert de Niro - não há muito a acrescentar, certo? 
Guia Para um Final Feliz é, tal como o nome indica, um filme para aqueles que acreditam no amor, que têm esperança e que gostam de finais felizes. E não, não é um filme para raparigas de coração partido e casais apaixonados, quer dizer, não é só para estes, é também para todos os outros. 






quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Hobbit - Uma viagem inesperada

"Todas as boas histórias merecem ser embelezadas", a afirmação de Gandalf para Bilbo antes da partida para a viagem inesperada foi a escolha da Empire Portugal para começar a sua crítica na edição deste mês. Eu também não poderia começar de outra forma. 
Apesar de as comparações com a trilogia do Senhor dos Anéis serem inevitáveis, devemos distanciar-nos destes. Primeiro, os cenários encontram-se muito mais solarengos, brilhantes e coloridos. Segundo, o próprio tom da prequela é bem distinto. Mais de metade do filme é passado a rir, quer com a prestação dos anões, quer com o brilhante e divertidíssimo papel de Bilbo Baggins.
O Hobbit acaba por ser uma lufada de ar fresco quando comparado ao Senhor dos Anéis. Contudo, possuí três personagens fortes, com personalidades bem vincadas e papéis muito bem estruturados: Gandalf, Bilbo e Thorin. Até aqui, o desconhecido (pelo menos para mim era, não li os livros), poderá ser Thorin, o rei dos anões após a 'catástrofe' que lhes 'roubou' o lar, pois os restantes já nos são familiares. 
Thorin é um anão com mau feitio, arrogante e duro que apesar dos seus problemas consegue ser um bom líder. Gandalf mantém-se fiel a si mesmo, mas muito mais activo. Possuí um papel central na trama, sendo quase sempre o cérebro do enredo. Bilbo é o foco. É na sua personagem que se encontram as principais mensagens implícitas, aquilo que nos faz e nos deixa a pensar. Bilbo é apenas um tipo como nós que embarca nesta jornada sem estar à espera. Uma pequena criatura que acaba por deter de mais importância do que aquela que desejava. Bilbo é, muitas vezes, uma analogia para o próprio Homem que se mantém fechado no seu mundo com receios, mas não só. 
Não encontrei 'senãos' no filme, a não ser as habituais imagens estilo videojogo, ou a rapidez de algumas cenas que nos dificultam a observação dos cenários iniciais. Resta dizer que não vi em versão 3D, por isso, limito-me a afirmar que a versão dita 'normal' me agradou, e muito. 


A younger and more reluctant Hobbit, Bilbo Baggins, sets out on an "unexpected journey" to the Lonely Mountain with a spirited group of Dwarves to reclaim their stolen mountain home from a dragon named Smaug.





domingo, 6 de janeiro de 2013

Sex and the City

Estava na lista de Planos para 2013, e não perdi muito tempo para começar a 'despachar' esse plano. Comecei ontem a rever, do início, a série Sex and the City. Não tinha noção das saudades que tinha destas meninas até voltar a vê-las, novamente, nas suas peripécias. 

Four beautiful female New Yorkers gossip about their sex-lives (or lack thereof) and find new ways to deal with being a woman in the 90's.






sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Entrar com o pé direito (ou coisa parecida)

Não tinha tido tempo ainda para dar um salto com calma ao blogue depois da Passagem de Ano. Mas aqui estou, apenas para partilhar convosco a minha noite, no mínimo caricata. 
Ora bem, que arranjar táxi na noite de Passagem de Ano é complicado já todos sabemos, mas ainda existem loucos que acham que às 23h30 conseguem apanhar um táxi e chegar ao Terreiro do Paço sem problemas. Nós fomos uns desses loucos. Resumindo, uns num táxi, outros noutro, os minutos passavam, a meia-noite deu-se, o fogo começou a avistar-se nos céus, e nós onde estávamos? Dentro do táxi! Sim, passámos a meia-noite dentro dos táxis com o fogo de artificio ao fundo. E foi... completamente hilariante!