domingo, 28 de outubro de 2012

Para hoje, é isto #6

Apetece-me algo clássico, sofisticado. Linhas direitas e meio masculinas. Sapatos loafers, confortáveis, tão femininos como masculinos. Calças de tecido, com vinco, cintadas. Camisas ou camisolas oversize. É isto. Apetece-me ser o mais sensual possível dentro de um conjunto meio masculino. 




sábado, 27 de outubro de 2012

Game of Thrones, rendi-me ao livro

Não consegui resistir. A 3ª temporada só estreia em finais de Março. Tentei ler vários livros, mas ao fim de duas, três páginas perdia a vontade de continuar. Já o tinha namorado em várias prateleiras, pela Fnac, pelo Continente, mas o preço dava cabo de mim. Na 5ª feira vinha da faculdade e passei pelo Caís do Sodré para ir fumar um cigarro ao rio. Quando ia para a entrada do metro, deparei-me com uma senhora num Quiosque que vendia livros. Aproximei-me, só para dar uma olhadela, normalmente são livros velhos e sem interesse, mas desta vez encontrei várias delicias, ali, a preços MUITO mais acessíveis e completamente novos, ainda dentro dos plásticos e tudo. Pronto, não resisti e trouxe A Guerra dos Tronos I para ler. Fica a promessa de que lá voltarei! Com preços daqueles, minha senhora, ganhou uma nova cliente!  


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Cenjor, parte II: Rádio

Só para fazer o resumo da experiência, o Cenjor de Rádio valeu mesmo, mesmo a pena. Para além de ter aprendido a escrever para rádio, algo que é extremamente difícil para mim, mas ao mesmo tempo muito aliciante, também tive direito a sentar o meu rabo numa cadeirinha e falar para o microfone. Sim, gravei som. E sim, espalhei-me ao comprido. Para além de dois gaguejos enormes logo ao início, ainda me saiu um "ai f*da-se!", automaticamente cortado da fita. A boa notícia é que afinal parece que não tenho assim tanta falta de jeito para a coisa, para além das gargalhadas à pala do "aí, f*da-se!". 

Enfim, basta-me apenas dizer: Workshop de Rádio no Cenjor: Recomenda-se!! 

A fotografia é da Vanessa, do A Woman's Diary

terça-feira, 23 de outubro de 2012

O gin tem sexo?

Eu cá não sei. Quem o diz é a Vogue portuguesa - num excelente artigo, para que conste. Mas a verdade é que depois de ler a peça e as ínfimas possibilidades de preparar a bebida fiquei com desejo de experimenta-las. E mais! Fiquei com o enorme desejo de ter umas quantas garrafinhas de Gin e Whisky cá por casa. Sim, eu sou mais Whisky, mas Gin tónico com hortelã parece-me muito bem. E com framboesa e frutos silvestres parece-me ainda melhor. Parabéns Vogue! Deixaste-me com vontade de beber Gin. Continuo sem saber se o Gin tem sexo, mas pelos vistos tem sensualidade e está na moda. 


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Os sapatos vermelhos

Bem, pequei, pela segunda vez este mês. 
Mas não são a coisa mais linda e fofinha de sempre? 




domingo, 21 de outubro de 2012

Cenjor, parte I: Rádio

Não sei se sabem o que é o Cenjor, mas para estudantes de Comunicação e/ou Jornalismo é uma espécie de 'galinha de ovos dourados'. Por outras palavras, o Cenjor é o Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas. É um centro, onde o dinheiro é escasso mas o potencial é imenso e é, por isso, visto como 'O' centro. (Para além dos cursos serem tipo, caríssimos). 
Esta semana, graças a um miminho da minha faculdade que possuí um protocolo com o centro, tive a minha primeira experiência jornalística na área da Rádio. Nunca tinha feito nada relacionado com Rádio, programação, escrita, nada... Absolutamente, nada. A minha única ligação com a Rádio passa por uma adolescência com a CidadeFM, então Rádio Cidade e, actualmente, com a M80, Comercial e Antena 3. 
Pois bem, esta semana, treinei um pouco de programação. Aprendi por alto a editar som, sabendo os truques para que este não pareça editado. Honestamente, não é a minha praia. Não me peçam para editar e mexer em programas 'complicados'. Eu e as tecnologias temos uma relação o mais básica possível.
Agora, quando chegámos à parte da escrita radiofónica, enfim... deliciei-me, não é. Mas é super complicado! Eu estou habituada a escrever para imprensa. A pôr pozinhos de perlimpimpim, palhinha aqui, palhinha acolá - e por isto tudo entenda-se: embelezar o texto, de forma a torna-lo mais atractivo para o leitor. Na Rádio as coisas são bem diferentes. Temos de escrever as peças com 15/20 segundos. E o pior: temos de escreve-las como se fossem ditas, porque, na verdade, elas não vão ser lidas, vão ser ditas. Existe uma grande distância entre a escrita e a oralidade, e a escrita radiofónica alerta-nos para esse facto. 
Amanhã espera-me mais um dia de Cenjor. Desta vez, vamos brincar com o som, ou seja, vou descobrir se tenho voz ou não para a Rádio. Pessoalmente, acho que os meus colegas devem fugir. Mas... Anyway, desejem-me sorte! 

sábado, 20 de outubro de 2012

Mad Men - Zou bisou bisou

Morri. No primeiro episódio de Mad Men, da 5ª temporada, a Megan canta ao Don a sua versão de Zou Bisou Bisou, de Gillians Hills. É um dos momentos mais divertidos e sensuais da série. É delicioso! A sério.










Roger Sterling - Why don't you sing like that?
Jane Sterling - Why don't you look like him?


terça-feira, 16 de outubro de 2012

Mensagem aos visitantes

Para aqueles que passam por aqui, principal para aqueles que têm um blogue, tenho uma mensagem a deixar. Não queria chegar a tanto, mas pelos vistos, terei de fazê-lo. O meu blogue é um espaço pessoal, onde partilho experiências, opiniões, coisas que gosto. Onde falo da minha vida, de uma forma ou de outra. Onde partilho críticas e procuro promover o debate. Quando criei o blogue criei-o com o intuito de ser um género de 'diário online', onde pudesse partilhar vários aspectos da minha vida, do meu quotidiano, e onde estes pudessem ser debatidos. Criei-o com o intuito de ser, acima de tudo, um espaço de partilha. 
Contudo, acho que têm sido feitos abusos. O meu blogue não é de todo o lugar, nem o espaço, para promover o que quer que seja. E por isto entenda-se, passatempos, giveaways, posts ou o tão famoso "Segue-me que eu sigo-te". Pois bem, eu não alinho nessas coisas. É uma opção minha e gostaria que a respeitassem. Por isso, a partir de hoje, comentários dessa natureza não serão aceites. 


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

A Mãe, a crítica

Acabei recentemente de ler o livro A Mãe. Já vos tinha falado sobre ele, mas agora gostaria de fazer mais umas declarações em tom de crítica e análise. Em primeiro lugar, faz todo o sentido que a obra seja vista como um clássico da literatura e, esse facto, deve-se à intemporalidade da obra. Escrito no início do século XX, referia-se aos problemas sociais e políticos no período anterior à Revolução Russa de 1917, com a queda do Czar e tudo mais. Ou seja, a obra fala-nos sobre a luta do povo pela liberdade, pela igualdade, pela fraternidade. O livro foi escrito em 1907, salvo o erro, por isso, antes da revolução. Não nos relata a revolução, relata-nos o sofrimento do povo e a sua luta. Relata-nos o acordar das consciências. 
Qualquer pessoa que lesse este livro no período salazarista iria ficar inspirado, da mesma forma que qualquer pessoa que o leia agora se iria sentir inspirado. Passaram 100 anos e os problemas continuam a ser os mesmos, a luta continua a ser a mesma, apesar das pequenas e grandes diferenças e mudanças sociais e políticas ocorridas. 
Outra das questões interessantes na leitura da obra é a possibilidade de se compreenderem alguns aspectos da cultura russa, alguns dos seus hábitos e costumes, bem como, a relação das línguas russa vs portuguesa. 
Em termos de escrita, a obra é bastante simples. Encontra-se numa linguagem bastante fácil de entender, fluída e apesar da utilização de expressões russas é bastante fácil interpreta-las.  

Recomendo
(Convém afirmar que, como qualquer obra Clássica, as estórias fluem suavemente e não são sofucantemente entusiasmantes) 

domingo, 14 de outubro de 2012

Para hoje, é isto #5

Já todos devem ter percebido que adoro preto. Adoro mesmo, é a minha cor de eleição, o meu 'porto seguro'. Ando louca por uns jeans pretos, mas ainda não encontrei nenhuns em ganga, apenas em tecidos meia ganga meio qualquer coisa. E, depois, chegou a altura de pensar em comprar uma botas de senhora. Este género de botins agradam-me imenso! 



sábado, 13 de outubro de 2012

Doc. Bill Cunningham NY

Hoje, e devido a um trabalho universitário que estou a realizar, vi o documentário sobre o fotografo Bill Cunningham que já me tivera sido recomendado por uma amiga antes. (Obrigada I., nunca falhas). O documentário chama-se simplesmente Bill Cunningham New York, e foi realizado em 2010, por Richard Press. 
Já tinha visto o documentário sobre a Edição de Setembro, focado no corrupio da Vogue americana e na própria Anna Wintour, mas este documentário tocou-me muito mais. Posso dizer-vos que o acabei com a lágrima no canto do olho e com o coração apertado, apertado de tristeza, de amor, de desejo, de sei lá.
Não quero fazer spoiler, mas o Bill foi um visionário. É um homem que vê e entende a moda segundo as suas ideias. Pouco importam as passerelles, importam-lhe as ruas, as pessoas e o que vestem. Ter crescido e vivido durante as maiores revoluções culturais concederam-lhe um toque único. Este senhor assistiu às maiores mudanças ocorridas no seio da moda, nas mulheres e nos homens. 
Sinto-me inspirada. No meio de tantos dramas, de tanta crise, a história do Bill inspirou-me. Tocou-me. Se ele vive num pequeníssimo apartamento, o dinheiro não lhe importa, mas faz o que gosta, eu também hei-de conseguir ter o meu pequeno apartamento, com as coisas que gosto e o meu emprego de sonho. O Bill foi um visionário, criou uma enorme tendência, uma enorme moda - o street style. Eu não peço tanto, mas se ele conseguiu, porque não conseguimos todos? Ele é apenas um homem normal, com sonhos, que tem uma coluna deveras importante num dos maiores jornais do mundo, o New York Times. O Bill Cunningham é um exemplo a seguir! 

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

O caso do Público e dos outros

Tomei hoje, com tristeza, conhecimento da reformulação e dos despedimentos que irão ocorrer no seio do jornal Público. É, a par do Diário de Notícias, um dos jornais que mais compro. Tenho o hábito de comprar jornais todas as semanas. Por mais que siga de forma online as notícias, e que jante a ver o telejornal, não há nada como folhear aquele bocado de papel, ficar com as mãos sujas, e deixar-lhe marcas vermelhas de verniz pelas páginas. 

Conversava hoje com o meu pai sobre estes despedimentos. Ele tinha acabado de chegar do café onde fora para ler o jornal e, como normalmente, o jornal que o café dispunha era o Correio da Manhã. Então, ele dizia-me"O CM dá às pessoas o que elas querem: noticias de mortes, desastres, coisas que não interessam a ninguém, basicamente. Ler um jornal que fale de política ou de economia dá trabalho. Uma pessoa tem de pensar. Têm de pensar enquanto lêem e têm de pensar depois. Isso dá trabalho".  
Ele tem toda a razão, e isso deixa-me ainda mais triste. Não que não deseje toda a sorte ao Correio da Manhã e a todos os outros jornais mas, caramba, porque raio gosta o povo de se perder com coisas fúteis? Porque raio prefere o povo ser ignorante? 

Ontem, enquanto estava no hospital, vi a Casa dos Segredos. Numa sala de espera, cheia de gente, com tantos canais, a televisão estava justamente na TVI. Por brincadeira, e dentro da programação da Casa, uma repórter veio para a rua colocar questões de cultura geral às pessoas. Dá para acreditar que uma senhora respondeu que a TSU, e passo a citar, "é mais uma coisa que eles nos querem tirar"? E que uma jovem, provavelmente uma estudante universitária, afirmou que o Ministro dos Negócios Estrangeiros, era "o... o... o... Paulo?! Paulo Futre" (risos) ?!

Enfim... Toda esta conversa para dizer que acredito que a crise que assombra a imprensa reflecte esta falta de desinteresse do público. Quer pela política, quer pela economia, quer pelo estado do país e da nação, quer, e acima de tudo, pela cultura. Honestamente, acho que a crise não veio ajudar em nada. Se o dever das pessoas deveria ser informar-se, formar uma opinião, estudar a situação, analisar e assimilar a informação de modo a tornar-se um cidadão activo, opinativo, e lutador da sua causa (não da causa geral, do "só porque isto está mau"), as pessoas preferem desligar. Preferem tornar-se máquinas, robots, seres vegetativos. 

Como tudo na vida, esta crise da imprensa é um ciclo, e um reflexo, não só do desinteresse da sociedade, como do determinismo tecnológico. E, nesta área, tenho uma opinião formada, e bem clara: dêem lugar aos jovens! As chefias dos media são, na grande maioria, ocupadas por jornalistas mais velhos, mais experientes, e é normal. Trabalharam toda a vida, merecem ganhar mais, e ter um lugar mais privilegiado na hierarquia. Contudo, somos nós, jovens, que nascemos nesta nova era. Fomos nós que crescemos com o desenvolvimento de tudo: desde a televisão à internet. Deixem-nos falar! Ouçam-nos! A experiência deve ser aliada à novidade, deve ser 'arejada'. O jornalismo só tem a ganhar connosco. Mas se não há dinheiro, se não existem anunciantes nem compradores, tudo isto se torna um ciclo vicioso, e a inovação fica para segundo plano, ou para um plano pouco correcto. 




sábado, 6 de outubro de 2012

Há coisas que adoro #2

Odeio cores. Odeio confusões. Tenho aversão à mistura de muita coisa. Gosto de padrões simples e gosto de cores básicas. Então, porque raio gosto eu tanto disto? São quatro padrões distintos, mais a mala, pelo menos 10 cores, mais uns óculos espelhados. Podemos ainda falar do quão disforme o conjunto é, ora largo, ora justo, ora irreverente, ora sensual. É uma completa manta de retalhos, mas é uma manta de retalhos bem bonita. 

Carolines Mode © stockholm-streetstyle.com

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Branco sobre branco

Já aqui escrevi sobre a minha adoração pelo branco, pela naturalidade e do prazer que retiro das coisas simples. Esta é mais uma imagem referente a estes factos. É branco, é simples, é confortável, é bonito, é divertido. É tudo o que se quer numa sala/quarto. É tudo o que quero no meu futuro T0, num bairro qualquer de Lisboa.