quinta-feira, 27 de setembro de 2012

A realidade do falso

Quem me conhece intimamente sabe que se há marca que venero é a Chanel. É uma adoração quase inexplicável. Começa pela própria personalidade de Coco Chanel, passa pelo ideal e pelas bases de confecção da marca, e chega a Karl Lagerfeld e às suas últimas colecções.
O que me entristece é saber que possivelmente nunca poderei adquirir nenhuma peça sua. Algo que eu gostaria imenso de fazer, não para ostentar poder económico ou riqueza, mas para satisfazer, quiçá, um capricho. Um desejo desmesurado, um sonho, uma fantasia. Não para passear a peça pela rua, mas para abraça-la, para admira-la e para contempla-la. As pessoas adquirem prazer ou satisfação das mais diversas coisas, eu adquiriria satisfação ao observar uma mala ou um casaco Chanel no seio do meu armário. Por enquanto, talvez tenha de me satisfazer com algo como o top abaixo. Seria uma falsificação, mas mostraria todo o meu real apreço pela marca. 




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