terça-feira, 21 de agosto de 2012

Os Jogos da Fome

Comprei o primeiro livro da trilogia na semana passada, para ir lendo na praia. Em três dias o primeiro livro estava despachado. Apressei-me logo a comprar os restantes dois. Só ontem li metade do segundo livro, o Em Chamas. Por isso, podem ter uma ideia de como é uma narrativa intensa e de como é difícil largar os livros. Dá vontade de os ler sem parar. O facto de possuírem uma escrita bastante simples e acessível ajuda nesta leitura sem fôlego. 
Fiz uma crítica para o desacordo, que podem ver aqui, mas a título pessoal tenho a dizer que acho a obra fantástica. Pensava que não ia gostar, estava um pouco reticente na compra do primeiro livro. Nunca tinha lido nada ficcional nem fantasioso. Sempre gostei de coisas mais reais. Contudo, foi amor à primeira vista, ou neste caso, à primeira lida. Sim, porque ao fim de meia dúzia de páginas eu já me encontrava tão embrenhada na estória que mal conseguia desviar o olhar. 
Não quero fazer spoilers para aqueles que ainda não leram, mas li umas coisinhas aqui e acolá sobre a ideia para a escrita do livro. Suzanne Collins afirmou que estava a ver televisão, e enquanto fazia zapping alternava entre imagens da guerra no Iraque e reality shows. Não há dúvida que Os Jogos da Fome resultam desta combinação brilhante. 
Depois da trilogia, seguir-se-à o filme! Sim, já ando de olho e apesar de saber que provavelmente será muito diferente das descrições dos livros, quero ver. Quero ver como será feito o balanço entre a pobreza e a riqueza, a evolução tecnológica e a falta dela, e entre todas outras analogias. 





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