sexta-feira, 31 de agosto de 2012

A magia está nas coisas simples

Existem duas coisas que podem ser meio mágicas: andar descalça e dormir no chão. Qual é a melhor coisa depois de um dia de trabalho (ou faculdade)? Chegar a casa, tirar os sapatos, e sentir os pés no chão. De verão descalços, no inverno com meias grossas e quentinhas. A segunda coisa que me delicia, de uma forma meio inexplicável, é dormir no chão. E por dormir no chão entenda-se colocar um colchão no chão, com umas mantas e almofadas. (E se possível, com companhia!). Lá em casa, em Lisboa, não temos sofá na sala. No seu lugar temos um colchão enorme. Pode não ser tão confortável como um sofá para nos sentarmos, mas a verdade é que toda a gente já lá adormeceu. Acho que é mesmo a magia de um colchão no chão.

Fonte: smokingsalviawithmileycyrus

Fonte: bleedgold






Chapéus, chapéus, chapéus

Para os dias de chuva e para os dias de sol. Para quando está vento ou para quando está bom tempo. Para os dias em que o meu cabelo está fantástico, ou para os dias em que está uma treta. Chapéus, chapéus, chapéus. 

Fonte: sudden-impact

Fonte: m-a-h-o-g-a-n-y


 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

O pior dos melhores amigos

Ás vezes estamos tão focados em ver as coisas más que não conseguimos ver as boas. É aqui que um cigarro entra. São aqueles minutinhos em que apreciamos a fluidez do fumo pelo ar, enquanto sai de nossa boca ou nariz. Enquanto o vento bate na ponta e nos rouba mais uns bafos. Aquele instante em que respiramos fundo e pensamos "Não!" e tudo dá a volta. Algumas pessoas conseguem fazê-lo sem ajuda deste amigo milagroso. Eu não consigo. Quer dizer, por vezes consigo, mas é-me bem mais difícil. Ele não nos deixa sozinhos, acalma a nossa mente, e relembra-nos que tal como o temos a ele, temos mais coisas. Coisas ou pessoas, depende da situação. Esta é uma ode ao pior amigo do mundo, o que não deixa de ser... irónico?! Falo das qualidades e do bem que me faz algo que, ao mesmo tempo, me mata. E pergunto, se tudo na vida não será assim. Não literalmente, claro, mas, no fundo.  Bem... Isso não interessa! Porque hoje, só hoje, faço uma ode ao pior melhor amigo. Feliz que sou, por o pior dos meus melhores amigos não ser de carne e osso. 

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Férias não são férias sem...

...uma ida a Ayamonte e uma desilusão. Pois é, tenho por hábito sempre que passo uma temporada no Algarve dar um salto a Espanha e, normalmente, era uma experiência divertida. Este ano isso não aconteceu. Não sei se é da crise (ela já é desculpa para tudo), mas as ruas da cidade estavam sujas, muito sujas, e um cheiro nauseabundo pairava pelo ar. Depois, os lojistas estavam meio carrancudos. Os portugueses, que abundam e em maioria, invadem as lojas como abutres e espalham a confusão pelas ruas. Para além destas coisas menos boas, ainda demorei uma hora até conseguir comprar pilhas para a minha máquina. Sim, uma cidade em pleno verão, no auge da sua expansão turística, não vende pilhas? Enfim... Apesar de ser uma cidade muito bonita e agradável, este ano, Ayamonte foi uma verdadeira desilusão. 




Eu não faço ideia do que isto seja, mas saltou-me à vista. Alguém me sabe dizer do que se trata?




segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Candice Swanepoel

É habitual afirmar-se que a pinta é algo natural de uma pessoa. É a predisposição para ter estilo. Algo que uma pessoa emana vista o que vestir. Muitas vezes as pessoas com mais pinta transmitem a sensação de ter vestido o que primeiro apanharam pela manhã. E talvez seja esse o segredo! Dar a noção de que é tudo natural, de que não se perdeu muito tempo com combinações nem olhadelas ao espelho. Contudo, o desleixo, a naturalidade, a fluidez e tudo mais, são propositados. E são tão naturalmente propositados que se tornam sensuais, charmosos e femininos (ou masculinos, conforme). 
Neste caso, resultam numa combinação casual mas super divertida. Uma simples saia comprida, uma sweat lisa e umas botas com fivela. O resultado é este: uma pinta desmesurada. 


domingo, 26 de agosto de 2012

Os Jogos da Fome, as personagens

Acabei ontem de ler a trilogia d'Os Jogos da Fome. Não quero fazer spoiler, aposto que muitos de vocês ainda não acabaram, ou não leram, a trilogia. Por isso, o único apontamento que quero fazer prende-se com o trio de personagens: o Peeta, a Katniss e o Gale. O Gale, que no primeiro livro não surge como uma personagem muito relevante fora da cabeça da Katniss, ganha força nos dois livros seguintes. 
Ora bem, existe uma razão óbvia por todos nos apaixonar-mos pelo Peeta e por termos um sentimento estranho em relação à Katniss. É que, nesta obra, a personagem principal não é a heroína. A Katniss é, pelo contrário, uma personagem anti-heróica. Faz o correcto por caminhos tortos. Pensa torto por linhas direitas. Ou seja, a Katniss faz o bem, de facto, fá-lo, mas fá-lo com escolhas duvidosas. A Katniss é semelhante ao Batman. Eles fazem o bem, sim, são heróis, mas fazem-no porque têm interesses. E para fazerem o bem, segundo os seus interesses, ajudam outras pessoas, mas também as matam e ferem. São, por isso, anti-heróis. 
Então quem é o herói? - perguntam. O herói é o Peeta. O jovem rapaz com jeito para as palavras, incapaz de matar uma mosca. O Peeta que sabe sempre o que é o correcto, sem duvidar. O Peeta que é espontaneamente altruísta. Que não tem qualquer interesse senão salvar a Katniss, porque a ama. 
Por sua vez, o Gale é o oposto do Peeta. É um anti-herói muito menos heróico que a Katniss. O Gale não tem problema em magoar as pessoas, em mata-las, se for o necessário para alcançar o que pretende. O que o difere da Katniss é que esta sofre com o sofrimento que causa nos outros. Ela balança entre o Gale e o Peeta. Não diria entre o bem vs o mal, mas sim entre o efectivamente correcto e o possivelmente correcto.

Serão as luzes de Natal, apenas luzes de Natal?

Esta questão é um pouco como o conceito daquela exposição da Gulbenkian, Será um livro, apenas, um livro?, mas é mesmo esta a minha dúvida. Quer dizer, eu sempre julguei que as luzes do Natal, aquelas que se colocam nas árvores ou assim, eram apenas para serem usadas no Natal. Mas depois vi coisas como isto e de repente quero luzinhas destas pela casa toda. Bem, toda não, mas pelo quarto e pela sala. 

Fonte: chanelbagsandcigarettedrags







sábado, 25 de agosto de 2012

Chá ou café?

Existem duas bebidas que complementam os meus dias. O chá e o café. Não sei de qual gosto mais, nem sei  qual a mais relevante no meu dia-a-dia. Para o pequeno-almoço, para depois de almoço, para uma tarde no café ou a ver televisão, para acompanhar um cigarro, para me acordar nas tardes de estudo, café. Para me aconchegar o estômago, para me aquecer o corpo e a mente, para me fazer dormir quentinha e satisfeita, para me curar os males, para um dia de chuva ou de nevoeiro, chá. Adoro o calor, o verão, e a roupa reduzida, mas estes dois fazem-me ter imensas saudades dos tempos mais frios. Não que não continue a bebe-los, porque continuo, mas parece que não sabem tão bem. A par destas paixões, surge uma adoração por tudo o que sejam chávenas e canecas. Brancas ou às cores. Lisas ou com estampados. Outra coisa que me tem vindo a tentar são os pequenos termos de bebida, para puder levar chá ou café para todo o lado! 













sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Preto total

Apetece-me. É algo que me apetece várias vezes, mas vestir preto num look total parece tão carregado, tão triste, tão sombrio. E eu não sou uma pessoa negativa nem triste. Sou alegre e o preto faz-me feliz. É confortável, é sensual, não me deixa dúvidas. Mas a falta de paciência para as questões "Estás de luto?" ou "Estás triste?" nunca me deixaram usar preto dos pés à cabeça. Depois disto, já não quero saber. Não sou grande fã dos ténis, but still, é a simplicidade, a falta de questões, de porquês. É uma t-shirt e um par de jeans que com uns sapatos mais interessantes ficariam a matar.

calorinesmode.com


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Os Jogos da Fome

Comprei o primeiro livro da trilogia na semana passada, para ir lendo na praia. Em três dias o primeiro livro estava despachado. Apressei-me logo a comprar os restantes dois. Só ontem li metade do segundo livro, o Em Chamas. Por isso, podem ter uma ideia de como é uma narrativa intensa e de como é difícil largar os livros. Dá vontade de os ler sem parar. O facto de possuírem uma escrita bastante simples e acessível ajuda nesta leitura sem fôlego. 
Fiz uma crítica para o desacordo, que podem ver aqui, mas a título pessoal tenho a dizer que acho a obra fantástica. Pensava que não ia gostar, estava um pouco reticente na compra do primeiro livro. Nunca tinha lido nada ficcional nem fantasioso. Sempre gostei de coisas mais reais. Contudo, foi amor à primeira vista, ou neste caso, à primeira lida. Sim, porque ao fim de meia dúzia de páginas eu já me encontrava tão embrenhada na estória que mal conseguia desviar o olhar. 
Não quero fazer spoilers para aqueles que ainda não leram, mas li umas coisinhas aqui e acolá sobre a ideia para a escrita do livro. Suzanne Collins afirmou que estava a ver televisão, e enquanto fazia zapping alternava entre imagens da guerra no Iraque e reality shows. Não há dúvida que Os Jogos da Fome resultam desta combinação brilhante. 
Depois da trilogia, seguir-se-à o filme! Sim, já ando de olho e apesar de saber que provavelmente será muito diferente das descrições dos livros, quero ver. Quero ver como será feito o balanço entre a pobreza e a riqueza, a evolução tecnológica e a falta dela, e entre todas outras analogias. 





sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Para hoje, é isto #3

Mulher que é mulher lembra sempre aquilo que, supostamente, lhe faz falta, aquilo que não tem com ela, mas que gostava imenso de ter. Pois bem, eu ainda não encontrei "a tal" saia comprida. Aquela que me encha as medidas. Aquela que seja a minha cara e que tenha uma cor que eu goste - o que é difícil. Aquela que não pareça uma saca de batatas comigo lá dentro. "Aquela" bem poderia ser esta. 



quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Praia do Barril

Hoje, foi dia de ir à Praia do Barril. No geral, é uma praia normal: areia branca e fina, meio exótica, mar sem ondas, extremamente calmo. Tem um pouco de algas, mas nada demais. A experiência interessante, desta ida à praia, passa-se antes de se colocarem os pés na areia. É preciso andar um bom bocado, passar pela ria e apanhar o comboio. Fazê-lo diariamente deve ser bem chato, mas recomendo a praia para o programa de um dia diferente. Para além da praia, propriamente dita, o espaço conta ainda com imensas actividades, restaurantes e cafés, lojas e balneários com boas condições. 






quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O 'tuga e o camone

Eram quase duas da tarde, eu estava completamente cheia de fome e enquanto esperava pelo meu bitoque observei duas situações familiares bem distintas e ambas particulares. De um lado, encontravam-se duas famílias estrangeiras, com sotaque inglês british mas nada de olhos azuis, nem cabelos loiros. Numa situação de amizade intima, cuidavam mutuamente de um total de seis crianças, que com idades variadas não passavam dos 7 anos. Do outro lado, mãe e avó com duas crianças. Dois meninos, um talvez com 7 anos e outro com uns 4. Aquelas seis crianças estrangeiras, da qual se poderia esperar uma tremenda confusão, dentro da sua infantilidade, comportavam-se lindamente. Comiam as batatas fritas com os nuggets, e com uma advertência ou outra, quase não precisavam de supervisão. A bebé, pequenina e rechonchuda, ainda carequinha, comia as batatas fritas com a mãozinha gorda enquanto bebia água do seu copo de bebé. Dei por mim a observar aquele quadro familiar enternecida, quando fui desperta por um grito rabugento da mesa ao lado. O menino português mais novo não sabia se queria coca-cola ou ice-tea e, por isso, bebia do seu copo e do copo da avó. Cinco minutos depois, o copo da avó estava partido, o sumo espalhado pela mesa, o menino aos gritos, a mãe aos gritos e a avó a tentar disfarçar a situação. 
Conclusões... conclusões cada um que tire as suas. Eu cá, apenas digo: educação nunca é demais!

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Para hoje, é isto #2

Sou uma enorme fã de t-shirts, simples, lisas e com um ar masculino. Tenho inclusive uma azul, que "roubei" ao meu namorado - com a ajuda da máquina da lavar, que a fez encolher. Pensando bem, eu adoro um bom look  boyfriend style. Algo que gosto de arrematar com batom vermelho, risco preto nos olhos e umas gotinhas de Chanel nº5.



segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Leitura à velocidade da luz

Assim se pode dizer... No espaço de um mês consegui ler dois livros, mais coisa, menos coisa, do que oitocentas páginas. O que perfaz, até ao momento, um total de três livros só este ano, e ainda vamos a meio de Agosto. Não deverá ser preciso dizer que estou contentíssima! Desde o 10º ano que leio mais ou menos um, dois livros, por ano. Eu sei, sou uma preguiçosa. E com a faculdade aumentei o desejo de leitura, mas o tempo diminuiu, e a paciência também. Leio revistas, jornais, e tudo o que encontrar, mas os livros propriamente ditos, só se forem da faculdade - e mesmo assim, penso que todos sabemos como as coisas funcionam. Por isso, fico muito feliz. Colectânea de Pulp Fiction portuguesa, O Monte dos Vendavais e Bel-Ami foram as escolhas. Resta saber qual se seguirá. Já tenho boas sugestões! Os Hunger Games estão frente da pequena competição, mas ao mesmo tempo, gostaria de ler algo de um escritor português. O importante é não perder o ritmo e não deixar o bichinho morrer. 
Solicita-se uma ida à livraria, com urgência! 

domingo, 12 de agosto de 2012

O que a Miranda Kerr, a Miranda tem

A premissa vinha num desses memes que circulam pelas redes sociais, e não podia ser mais assertiva. Confesso que sempre vi fotografias dela, mas nunca atentei, verdadeiramente, à sua pessoa. Julgava-a apenas mais uma modelo - são tantas, não consigo "afeiçoar-me" a todas. Contudo, encontrei frames de streetstyle onde ela deslumbrava com simples vestidos traçados. E eu sempre gostei desse género de vestidos por achar que fazem uma silhueta deverás bonita. Depois, por curiosidade fiz google à sua pessoa. Li uns artigos aqui e acolá ,e observei com maior clareza o seu estilo e a sua pinta. Prima pela simplicidade e naturalidade, mas sabe quando, e como, deve ser arrojada, nas ocasiões certas. Sabe usar sabrinas com o charme de quem usa uma par de saltos. E dança entre um lado feminino e romântico e um lado extremamente sensual. Já para não dizer que é uma mãe fantástica. 


Depois disto, como não poderá ela ter o que quiser? 




sábado, 11 de agosto de 2012

Uma pessoa, duas casas

E o resultado não é lá muito bom. Quer dizer, não há nada melhor do que chegar a casinha da mamã e do papá ao fim de semana, não cozinhar, não lavar a loiça, nem ter quaisquer tarefas domésticas para fazer. Também é bom descansar da canseira que pode ser Lisboa durante a semana, na terrinha, calma, sem carros, nem poluição e com comidinha caseira. Mas depois existem as coisas más, como andar sempre com tudo para frente e para trás. 
O resultado? O resultado é esquecer-me de imensas coisas. Estar num lado e pensar "Bolas, esqueci-me daquela camisola". Estar no outro e lembrar "Caramba, não trouxe aquela revista". Agora. com as férias de verão, tive de pensar antecipadamente e trazer tudo o que acharia indispensável. E trouxe, mas trouxe quase tudo, apenas. 
Se calhar é por ser mulher, não sei. Ou talvez seja por gostar mesmo das minhas coisas, todas. Gosto de todos os meus pares de sapatos, de todas as minhas camisolas, saias, jeans e casacos. Gosto das minhas colecções de revistas e jornais. Gosto da minha outra almofada, dos lençóis e dos cobertores. Gosto do incenso que deixei no parapeito da janela para arder noutra altura. Gosto da minha televisão, onde posso colocar a pen para ver séries e filmes. 
E depois, gosto mesmo, mesmo, mesmo muito da minha máquina da café. Daquelas de filtro, como se vê nos filmes americanos. É só carregar no botão e toda a casa fica a cheirar a café acabadinho de fazer - que delicia! Com este calor, era só colocar-lhe gelo e umas gotas de limão. 
Tudo isto é quase uma ode à minha vida dupla. E deve mesmo sê-lo. Dividir o tempo entre duas casas tem, efectivamente, os seus problemas, as suas desvantagens e chatices, mas também tem coisas boas, muito boas. 

*Suspiro* O meu café. 

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Para hoje, é isto

Uma das minhas tendências preferidas dos últimos tempos são os chapéus. E, embora já tenha uma pequena colecção, acho que vou continuar a fazê-la crescer. A próxima aposta talvez seja um deste género, com as abas bem grandes e bem vistoso, numa cor divertida. Num look meio de "tia" - como se costuma dizer -, para o coordenar com peças básicas e mais simples, e mesmo assim, estar sofisticada. 



sábado, 4 de agosto de 2012

Saltos + Calçada = Drama

 Alguém me explica como se anda nestas belezas pela calçada lisboeta? Se me garantirem que é possível para uma simples cidadã ribatejana, com pouca experiência em alturas e muito menos em saltos finos, eu prometo que tento. 

YSL

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Sonhos Chanel

Poderia fazer um bonito texto e falar sobre as malas da Chanel, mas é mesmo preciso? Eu acho que simplesmente não existem palavras, nem uma combinação destas, que possa fazer-lhes realmente jus. Não são sonhos cor-de-rosa, são sonhos Chanel, mas no fim, são exactamente a mesma coisa.

E-Levation Trendy 


http://masal-a.tumblr.com

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Anna Dello Russo - Whaaat?!

Agora que é verão, o comprimento das peças de tecidos reduz-se. E, por isso, já ouvi vários comentários de pessoas que "sofrem" com a falta de noção de outras. Uma das grandes premissas da moda é que devemos vestir-nos de acordo com o nosso corpo, de forma a valoriza-lo. Mas esta não é a única premissa da moda. Outra das grandes é que devemos vestir-nos de acordo com a nossa idade. Ora, andava a passear pelo Sartorialist e deparei-me com a seguinte imagem. Inicialmente, a cara ficou "cortada" e pensei "Gosto do vestido", mas depois subi a deparei-me com a cara e pensei "Naaa!".  E de repente tudo ficou mal: o vestido é demasiado juvenil e curto; a maquilhagem igualmente, e pouco favorecem os 50 anos de Anna Dello Russo. Já vi looks bastante sofisticados da parte desta senhora, mas este, para mim, foi totalmente ao lado. A única coisa certa são os sapatos. 

Anna Dello Russo, em Milão. The Sartorialist.