sexta-feira, 22 de junho de 2012

Star Wars

Acabei hoje, finalmente, de ver a saga Star Wars, e fiquei «wooow». 
Confesso que durante anos não consegui assistir a um filme inteiro. Não percebia a estória, não percebia o contexto e na televisão teimavam em passar os episódios mais recentes, cheios de efeitos especiais, coisa que não me agrada lá muito. 

Ora bem, no que diz respeito à estória em si, e apesar de ter começado a ver no episódio IV, já organizei tudo na minha cabeça e de facto, é brilhante. 
É brilhante pois poderia ser simplesmente mais um filme onde o Bom luta contra o Mau, e se mete uma donzela pelo meio. Mas não é. Primeiro porque tudo isto não acontece numa época medieval, mas sim numa época medieval espacial - o que se torna num conceito, à época (1977, inicio da saga), completamente novo e irreverente. 
E depois, não estamos perante um Bom e um Mau comum. Ninguém é mau porque "apenas" faz mal às pessoas ou rouba um chocolate. O conceito de "maldade" e de "bondade" é intimamente explorado nestes filmes. Ambos residem em qualquer ser, vivendo o homem no limiar da bondade ou da maldade. Claro que neste caso o conceito é levado ao extremo com a Força e o Lado Negro. 

A conclusão é simples. Bem, pelo menos para mim foi. Independentemente daquilo que sonhamos para nós, o destino que traçamos para as nossas vidas, a ganância, o desejo, a sede de poder, a insatisfação, a dor, podem levar-nos ao Dark Side. Por mais bondade que resida dentro de nós. 

Por sua vez, a divisão dos episódios - IV, V, VI e I, II, III -, divide também a «qualidade». Ora vejamos, nos primeiros três filmes (IV, V e VI), apesar da qualidade da imagem e dos efeitos especiais ser menor, isso joga a seu favor. Não existe um uso exaustivo de efeitos especiais. Sabemos que a saga se passa no Espaço, que é tudo ficcional, mas os cenários continuam extremamente reais. 

Os últimos três filmes (I, II e III) pecam pela qualidade dos meios. Dá-se um uso abusado e exaustivo dos efeitos especiais. É tudo muito menos real. Exaustivo é a palavra certa para descrevê-los - não deve existir provavelmente nada nos filmes que não tenha levado um toque computorizado. 

Por isso, posso afirmar que a culpa de não ter visto Star Wars mais cedo se prende com as programações televisivas. Insistem em passar os episódios I, II e III, que apesar de estóricamente estarem fabulosos, têm efeitos especiais em demasia para a minha pessoa. 


Deixo a storyline para aguçar o apetite àqueles que ainda não se aventuraram:

Episódio IV

A spirited farm boy, Luke Skywalker, joins rebel forces to save the Princess from the evil Darth Vader, and the galaxy from the Empire's planet-destroying Death Star.





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