sábado, 30 de junho de 2012

Suporte de Livros II

E depois, perdi-me no Fancy  e encontrei mais uns suportes para livros altamente. 
A sério, quem consegue resistir? 





Suporte de Livros

Para finalizar, só mesmo uns suportes de livros, dvd's e cd's destes. São mesmo geniais! 
Ficam em torno de 80€ cada um. (Ouch!) 
Bem, sonhar nunca fez mal a ninguém. 






Decoração

Toda a gente sonha com a sua casa. Especialmente quando se vive com outras pessoas, cada uma com as suas manias e gostos. 
Eu quero a minha casa simples, sem muitas tralhas nem bugigangas. Ampla e com muita luz. Quero que cheire sempre a velas e incenso e a Chanel nº5
O branco será a cor predominante. Não deve ser monótona, porque uma casa deve reflectir a personalidade de quem nela mora, e eu não sou de todo uma pessoa aborrecida. 
Por isso será toda branca, paredes principalmente, portas e janelas, tapetes, mas depois terá focos de cor, vermelho, preto, roxo, e talvez uns tons néon - não sei muito bem.
Vai ter estantes e prateleiras em vários locais, para colocar todos os livros e dvd's que hei-de de ir acumulando. E acima de tudo, vai ser imensamente confortável. 
Hum... E pronto, é isto. 














quinta-feira, 28 de junho de 2012

Lisboa é linda!

Este blogue é sobre mim. É sobre as coisas que eu gosto e que não me quero esquecer. Este blogue é para eu ler daqui a uns anos e relembrar-me de como era. Por isso, não percebo como ainda não tinha feito um post sobre Lisboa. 

Desde miúda que sonhava mudar-me um dia para uma cidade maior. Lisboa parecia-me sempre a melhor opção. E, quando chegou a hora de me inscrever para a faculdade, Lisboa foi a escolha. Como tinha uma média elevada, em Junho já sabia que em Setembro estaria pela capital.
Foram as piores férias de sempre! O tempo não passava. Nunca mais arranjava casa, mas a verdade é que quando dei por mim estava num humilde apartamento na Madragoa, num quartinho minúsculo, onde apenas cabia a minha cama, a secretária e o armário. 
E, eu estava....radiante!

Mais de um ano passou e a minha paixão por Lisboa aumentou. Agora já não estou na Madragoa, nem tenho um quarto minúsculo, já nem sequer moro com as mesmas pessoas, mas sinto-me a cada dia mais completa nesta cidade. Para mim sair daqui já não é opção. 
Posso já não ter vizinhos à séria, nem aquele espírito bairrista, nem ver o rio todas as manhãs, mas saio à rua e tenho o melhor de Lisboa - as pessoas. 

É verdade que Lisboa consegue ser exaustiva. Chego ao fim de semana de rastos. É barulhenta e confusa. Às vezes cheira mal. Mas outras vezes cheira a castanhas, cheira a maresia boa, cheira a chuva - «Cheira a Lisboa». 

O que gosto mais são dos bairros antigos, das ruas pequenas e pitorescas. Da roupa no estendal e das flores nas janelas e varandas. Das vizinhas à conversa na janela e do gato que observa. Dos velhotes no banco de jardim. 

O que gosto mais são dos jovens nas ruas. Punks, Hippies, Nerds, Hipsters. É da multiculturalidade. De ouvir várias falas na rua. De ver pessoas de várias cores e "feitios". 

O que gosto mais é de ver o pôr do sol sobre a cidade, num miradouro qualquer, enquanto bebo uma limonada. Ou de ir ao Bairro Alto ouvir jazz. Ou ao Caís do Sodré dançar. 

O que gosto mais é do café americano do Brow's. E da limonada do quiosque no Camões. E dos pasteís de Belém. Da massa chinesa do meu vizinho também. 

Podia continuar, mas a lista provavelmente não tem fim. 

Resta-me apenas dizer: Lisboa, és linda! 



terça-feira, 26 de junho de 2012

Perfection

A perfeição tem nome, e chama-se Betty Draper
Betty é uma das personagens principais da série norte-americana Mad Men. Cabe a Januray Jones interpretar esta carismática mulher, sinónimo da perfeição e do ideal inatingível. 

Mas como este é claramente inatingível ao longo da série, Betty sofre por, lá está, não ser de facto perfeita, apesar de tudo ter - o marido perfeito, a casa perfeita, os filhos perfeitos -, não consegue ser feliz. 

Personalidade à parte, Betty é magnifica. Não costumo gostar de mulheres loiras com batom vermelho. Geralmente acho que fica demasiado "agressivo", devido à tez clara e ao cabelo claro. No caso de Mrs. Draper adoro, ela complementa o tom do batom com a sua personalidade forte, com uma rigidez ou uma doçura tal que é impossível não ser digna de usar um batom vermelho. 

De cabelo sempre perfeito e toilette esplêndida, esta é o retrato de uma dona de casa dos anos 60, mas não de uma dona de casa qualquer. 










domingo, 24 de junho de 2012

Um problema da moda ou das mulheres?

Desde há uns meses que o meu namorado se queixa que quando vai às compras não encontra nada de jeito. Afirma que as roupas agora têm todas uma tendência gay, que não lhe agrada. 
Eu costumava gozar com ele e dizer-lhe que a culpa era dele, que não gostava de variar, e que tinha a mania das t-shirts e dos jeans
Na semana passada fomos às compras e ele pediu-me para lhe escolher alguma coisa, enquanto ele experimentava uma peça. E... tive sérios problemas para encontrar algo que eu gostasse e que achasse que lhe iria ficar bem. 
Ou eram as cores demasiado femininas, ou os decotes das camisolas demasiado carregados. Os padrões também não ajudavam nada - ou eram os normais ou eram demasiado extravagantes. No meio de um piso inteiro da H&M lá encontrei uma t-shirt super gira do David Bowie - da qual ele é fã, e eu também. 

Agora com a semana da moda e com as colecções masculinas a saírem a toda a hora, eu delicio-me. De facto, os estilistas esmeram-se e tenho visto coisas muito bonitas. Eu gosto imenso, mas sou mulher. E tenho de concordar, as colecções são cada vez mais dirigidas para o público gay e para os excessivamente metrosexuais. 

Sim, eu adoro cores pastel, gosto imenso de padrões. Mas de facto, aquilo que tem saído é cada vez mais feminino, enquanto que a roupa feminina começa a ter cada vez mais tendências masculinas. Eu própria vou à parte dos homens nas lojas e já comprei algumas peças de homem. Mas isso sou eu. E os homens?

A grande questão aqui, para mim, é de onde vem esta tendência. Será dos estilistas ou será desejo das mulheres?
Ora, a maior parte dos estilistas são gays
Mas, a maior parte das mulheres também quer que um homem seja... uma mulher. 
Começa simplesmente na questão da arrumação e da limpeza. Ajudam nas lides domésticas, cozinham e passam a ferro. Até aqui, tudo bem. Mas depois arranjam as unhas, fazem a depilação, passam imenso tempo ao espelho de volta do cabelo, aparam a barba para ficar perfeita. Combinam o cinto com o sapato. A camisa com a t-shirt. E quando damos por ela estão feitos... mulheres. 

É claro que gosto de um homem que tenha uma boa presença: que se saiba vestir, que tenha a barba arranjada. Mas no dia em que o meu namorado demore mais tempo a despachar-se do que eu teremos o caldo entornado. 


Dolce&Gabbana SS 2013

Já ouvi imensas críticas sobre a colecção menswear da Dolce. Críticas que até punham em causa a extinção da D&G (linha mais jovem). Pois eu acho isso tudo uma baboseira enorme. 
Estava a passar os olhos por um blogue e nem distinguia marcas. Era tudo normal: minimalista, futurista, geométrico. E de repente, BANG! - Dolce & Gabbana. 

E fiquei radiante! É uma marca italiana e fazer jus às ruas raízes. 
Que todas fizessem o mesmo! Aquele espírito siciliano, a utilização de homens reais, torna toda a colecção uma colecção real. Vintage, mas completamente real. 

Do que vi até agora, é claro que gostei de outras coisas de outras colecções, mas Dolce encheu-me as medidas. Que todas as marcas tivessem tamanha ousadia. 






Peço desculpa, mas não encontrei ainda fotografias com óptima qualidade.




sábado, 23 de junho de 2012

The Glamourai

Estou completamente, mas completamente, apaixonada por esta senhora. Kelly Framel. É stylist e sabe vestir-se como ninguém. Tem uma pinta do caraças, um ar jovial, alegre e parece sempre tão verdadeira, tão ela. 
A propósito da crítica que aqui fiz sobre as sessões fotográficas, tenho a dizer que ver o site desta senhora pode ser uma óptima fonte de inspiração. 




E, uma das minhas sessões preferidas. Adoro o conjunto em tons de verde menta. E adoro o contraste com o roxo da parede. Magnifico. 









sexta-feira, 22 de junho de 2012

Ser modelo

Hoje falava com uma amiga que me pedia para votar numa fotografia dela. Queria ganhar uma sessão fotográfica com uma jovem amadora. Claro que votei. Mas alertei-a para a falta de qualidade dessa fotografa amadora. Disse-lhe que lhe faltava qualidade  - mas sendo qualidade algo tão subjectivo, digamos que lhe falta irreverencia, conhecimento de causa e algum nível nas sessões. 
Sim, falamos daquelas sessões em que as jovens confundem o termo «sensualidade» com «sexualidade», e o resultado é algo "barato", algo banal. Algo feio, honestamente. 
Contudo, apesar de alertar essa minha amiga, ela afirmou gostar do trabalho dessa jovem. Bem, e quanto a isso não pude, nem posso, fazer nada. 
De facto, são opiniões diferentes. A minha questão é "Não deveriam, em certos casos, as opiniões ser iguais?". Falamos de jovens fotografadas com pouca roupa, ou com roupa sem estória e sem arte, em espaços sem qualquer significado - muitas vezes à porta de casa -, e em poses não sensuais mas sexuais, na maioria dos casos. 
Não deveria ser notório a qualquer pessoa a falta de... sei lá, a falta de essência, de vida, de propósito, destas sessões? Eu acho que deveria. 
Por outro lado, não compreendo que se fotografe sem inspiração. Já falei aqui sobre o facto da imitação ser uma das principais formas de aprendizagem. Não digo que se imite literalmente, mas que se tome inspiração de certos trabalhos profissionais. E como se fala de moda, deve ver-se as campanhas dos grandes: Chanel, Dior, YSL, Prada, Gucci, Armani, D&G, etc etc. 
E também as fotografadas devem ver revistas como a Vogue, a Elle, a Happy e compreender as poses. Compreender que ser modelo é vender algo mais do que o corpo. Ser modelo é vender uma imagem, uma roupa e muitas vezes um sonho. 

Eu acho que, de certa forma, isto demonstra a mente portuguesa, sempre tão pequena, sempre tão desenrascada. Enfim... Sempre tão «'tuga». 




Star Wars, o guarda-roupa

Ao longo da saga Star Wars é impossível não reparar no guarda-roupa das personagens. Este transmite-nos inclusivamente, algumas pistas sobre o desenvolvimento do enredo - por exemplo, inicialmente Anakin Skywalker usava vestes em tons claros, mas conforme a sua dor aumentava as suas roupas escureceriam, da mesma forma que este "tombava" igualmente para o  Lado Negro. 

Contudo, é sobre o guarda-roupa das senhoras que me debruçarei. E de facto, elas merecem. Possuêm papéis primordiais na saga e são mais do que meras donzelas.

Leia

A jovem Leia, filha de Anakin Skywalker e Padmé, usa ao longo dos episódios vestes brancas. Ora, Leia é uma revolucionária que ainda acredita na Força e na liberdade da República, por isso, faz todo o sentido que esta utilize uma cor que transmita paz, serenidade e bondade. 
Quando é feita prisioneira de Jabba, e sua escrava, a Princesa exibe um conjunto extremamente sensual, utilizando um soutien e uma saia comprida com rachas. 
Quanto aos penteados, são sempre um tanto ou quanto espaciais. 


Padmé

A mãe de Leia, Padmé, possuí um guarda-roupa bem mais vasto, contudo, sempre assente nas mesmas características exuberantes. 
Devido ao alto cargo que representa, Padmé enverga roupas vistosas, trabalhadas e pesadas. Bem como os  penteados, sempre irreverentes. 
Quando chega a senadora, Padmé deixa os trajes habituais de Rainha, e passa a vestir-se com tecidos mais leves e fluidos. Um pouco ao nível da sua personagem, bondosa, sonhadora e lutadora. Também os seus cabelos se livram de penteados trabalhados para darem lugar a longos caracóis soltos. 





Star Wars

Acabei hoje, finalmente, de ver a saga Star Wars, e fiquei «wooow». 
Confesso que durante anos não consegui assistir a um filme inteiro. Não percebia a estória, não percebia o contexto e na televisão teimavam em passar os episódios mais recentes, cheios de efeitos especiais, coisa que não me agrada lá muito. 

Ora bem, no que diz respeito à estória em si, e apesar de ter começado a ver no episódio IV, já organizei tudo na minha cabeça e de facto, é brilhante. 
É brilhante pois poderia ser simplesmente mais um filme onde o Bom luta contra o Mau, e se mete uma donzela pelo meio. Mas não é. Primeiro porque tudo isto não acontece numa época medieval, mas sim numa época medieval espacial - o que se torna num conceito, à época (1977, inicio da saga), completamente novo e irreverente. 
E depois, não estamos perante um Bom e um Mau comum. Ninguém é mau porque "apenas" faz mal às pessoas ou rouba um chocolate. O conceito de "maldade" e de "bondade" é intimamente explorado nestes filmes. Ambos residem em qualquer ser, vivendo o homem no limiar da bondade ou da maldade. Claro que neste caso o conceito é levado ao extremo com a Força e o Lado Negro. 

A conclusão é simples. Bem, pelo menos para mim foi. Independentemente daquilo que sonhamos para nós, o destino que traçamos para as nossas vidas, a ganância, o desejo, a sede de poder, a insatisfação, a dor, podem levar-nos ao Dark Side. Por mais bondade que resida dentro de nós. 

Por sua vez, a divisão dos episódios - IV, V, VI e I, II, III -, divide também a «qualidade». Ora vejamos, nos primeiros três filmes (IV, V e VI), apesar da qualidade da imagem e dos efeitos especiais ser menor, isso joga a seu favor. Não existe um uso exaustivo de efeitos especiais. Sabemos que a saga se passa no Espaço, que é tudo ficcional, mas os cenários continuam extremamente reais. 

Os últimos três filmes (I, II e III) pecam pela qualidade dos meios. Dá-se um uso abusado e exaustivo dos efeitos especiais. É tudo muito menos real. Exaustivo é a palavra certa para descrevê-los - não deve existir provavelmente nada nos filmes que não tenha levado um toque computorizado. 

Por isso, posso afirmar que a culpa de não ter visto Star Wars mais cedo se prende com as programações televisivas. Insistem em passar os episódios I, II e III, que apesar de estóricamente estarem fabulosos, têm efeitos especiais em demasia para a minha pessoa. 


Deixo a storyline para aguçar o apetite àqueles que ainda não se aventuraram:

Episódio IV

A spirited farm boy, Luke Skywalker, joins rebel forces to save the Princess from the evil Darth Vader, and the galaxy from the Empire's planet-destroying Death Star.





segunda-feira, 18 de junho de 2012

O bom da imitação

É do senso comum que a moda é um ciclo. Já Tarde e Bandura afirmavam que a imitação era a única forma de aprendizagem. Lavoisier dizia que nada se cria e tudo se transforma. E, de facto, nenhuma citação melhor se poderia adequar ao mundo da moda. 

A par desta "imitação", é notória a tendência vintage presente nas últimas colecções seja de que marca for. O assalto aos armários das mães e avós é cada vez mais um hábito na procura de acompanhar, sem gastar muito, as últimas tendências. 

Pois bem, eu não poderia estar mais satisfeita. Há já uns anos que assaltava armários lá por casa.
É um prazer enorme voltar a vestir-me como a minha mãe e avó se vestiam há uns anos. 
É um prazer enorme olhar para montras e campanhas e sentir todo o charme de uma mulher cada vez mais sofisticada - apesar do look vintage.

As saias e calças cintadas. Os tornozelos à vista. As camisas atadas à cintura. A leveza dos tecidos e padrões. A suavidade das cores.  Eu que nem gostava de cores, e que tenho um guarda-roupa "tri-color" - branco, cinzento e preto -, neste momento delicio-me com os tons pastel. 

Já no que diz respeito às muitas campanhas que surgiram para este Verão, confesso que esta me arrebatou: 

Steven Miesel para Prada








domingo, 17 de junho de 2012

Sétima Arte


 A propósito de um texto que escrevi para o em blogue no desacordo sobre o Clothes on Film.
Não, não se notam as roupas propriamente ditas, mas isto diz respeito a outra coisa: à mensagem. 

Laranja Mecânica.

Reservoir Dogs.

Mad Men. 

Mad Men.

E agora, algo mais colorido: 

Annie Hall

Audrey Hepburn.
Pulp Fiction.



sexta-feira, 15 de junho de 2012

Guerrilha de sexos?!

Não sou muito destas coisas, mas preciso de desabafar. Afinal,é para isso que serve um blogue, supostamente. 
Há uns tempos vi um post no Facebook, uma professora minha tinha sido "acusada" de não encaixar no Alive porque lia a Vogue
Honestamente, acho que esta acusação chega a ter contornos ridículos. 
Qualquer homem se sente no direito de afirmar "Tu isto e tu aquilo, porque lês a Vogue". Não deveríamos nós responder-lhes na mesma moeda? "Tu isto e tu aquilo, porque lês o Record"?. Mas não, não o fazemos. Encolhemos os ombros. E porquê? Porque percebemos, e sabemos, que o desporto está para os homens, como a moda está para as mulheres. E para nós não há problema nenhum. 

Todos os homens gostam de uma mulher que tenha humor suficiente para ver um jogo de futebol com eles. Mas, pergunto eu, todos os homens gostariam de ver um mulher praguejar enquanto bebe uma cerveja e vê um jogo? Não, não gostariam. Mas ficariam enternecidos por ver a sua marca de batom vermelho no gargalo da garrafa de cerveja. Ficariam enternecidos por verem a sua senhora pavonear-se com os sapatos novos, enquanto o seu perfume paira pelo ar. 

É normal um homem gostar de futebol. E é normal uma mulher gostar de moda. Isso não faz nenhum dos dois mais burros, ou mais espertos. Isso é apenas uma faceta de cada individuo. 
Da mesma forma que cada pessoa gosta de coisas diferentes, e da mesma forma que identificamos os nossos amigos, conhecidos ou whatever, tendo com conta certas características. 

Por isso, deixem-se de acusações. Vejam as pessoas no seu todo, e não se fiquem por meias avaliações. 
Ler-se a Vogue não quer dizer absolutamente mais nada do que "gosto de moda" e "gosto de me vestir bem".
Ler um jornal desportivo não quer dizer mais nada do que" gosto de desporto". 
Ler um económico, ler um político, ler a Blitz,  ler a Playboy, não define o todo de uma pessoa. 





quinta-feira, 14 de junho de 2012

Nostalgia

À tarde passei pelo canal Hollywood, estava a dar o Quatro Casamentos e um Funeral, que eu já não via à imenso tempo, por isso, revi. 
Fiquei um pouco nostálgica. Quando era criança passava sábados e domingos em frente à televisão a ver filmes. Devorava-os. Eram belas tardes. 
Na altura não ligava muito ao guarda-roupa mas, com o passar dos anos, tem sido algo que cada vez mais me chama a atenção num filme. 
Os anos noventa já não lá vão, restam-nos os filmes, as memórias, e estes guarda-roupas que já não nos assombram, pelo contrário, inspiram-nos. 

As camisas brancas com os jeans ou com padrões em xadrez ou florais. 
Os vestidos às bolinhas. 
Os chapéus enormes usados em ocasiões especiais
ou para apanhar sol. 
O batom marcado e os cabelos desgrenhados. 

God, como gosto disto! 



Angelina in Gia e Liv Tylor.
Julia Roberts.
Winona Ryder.

Sarah J. Parker in Sex and the City.



Andie in Four Weddings and a Funeral.

Julia Roberts in Pretty Women.

Joanna Lumley de Absolutely Fabulous.