quinta-feira, 24 de maio de 2012

Sofia Coppola e as Virgens

Conhecia Coppola mas de o Godfather. Francis Ford Coppola. Mais recentemente fiquei a conhecer as suas filhas, Sofia e Gia. Apesar de Sofia, que também fez trabalhos como actriz, na verdade, não ser lá grande actriz, como cineasta, damn! O primeiro filme que vi dela foi o Marie Antoinette e gostei, apesar de não adorar - é demasiado cor-de-rosa. 
Depois o meu namorado recomendou-me o Lost in Translation, é, simplesmente, do outro mundo. E, para ajudar às já suas boas qualidades de realizadora, esta tem um óptimo sentido, e gosto, para escolher as bandas sonoras para as suas obras. 

Mas foi com The Virgin Suicides que esta senhora me arrebatou completamente. 
Confesso que sou uma adoradora do espírito americano, da cultura, das tradições, daquele aspecto visual transmitido nos filmes. Sofia não o poderia ter feito melhor. Ainda mais ao som de Air
É uma história tão intensa, tão real, tão alucinada ao mesmo tempo, mas acima de tudo tão americana. 
A escolha das actrizes também não poderia ter sido melhor: Kirsten Dunst, aquela actriz "loirinha" de ar angelical mas que consegue sempre deixar-me encantada com tamanho charme, não perdoou neste filme, apesar da sua tenra idade. 

O próximo de Sofia Coppola será o Somewhere, já ando de olho!
Até lá, deixo-vos a storyline de The Virgin Suicides:


A group of male friends become obsessed with a group of mysterious sisters who are sheltered by their strict, religious parents after one of them commits suicide.



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